Cadri Awad

Vendo, vendo, vendo e não “vejo o dinheiro”.

Vendo, vendo, vendo e não “vejo o dinheiro”.

Onde está o erro? Na edição anterior da Revista ABCFARMA chamamos a atenção dos leitores para as três variáveis que influenciam o lucro da farmácia: as despesas, os descontos e o custo da mercadoria vendida (CMV). Na oportunidade, expusemos um Demonstrativo de Lucros e Perdas (DLP) que permite mensurar tais dados financeiros, para que possamos projetar o potencial máximo de lucro da farmácia. O Demonstrativo de Lucros e Perdas (DLP) permite projetar as receitas e despesas do negócio para mensurar o seu LUCRO, mas tudo Continue lendo

Descontos

Descontos

A dose certa é vital para a farmácia. Não há lugar no Brasil onde não veremos um empresário de farmácia reclamando do fator desconto como o principal vilão de seus negócios. No entanto, se muitas farmácias quebram por não poder concedê-lo, muitas outras crescem e expandem seu faturamento por saberem utilizar os descontos como oportunidade de  aumentar o número de clientes atendidos, elevar o seu ticket médio e, consequentemente, seu lucro operacional. Em vez de tentar entender os mecanismos que compõem a estratégia de concessão Continue lendo

Software para o varejo farmacêutico

Software para o varejo farmacêutico

Ferramenta para automatizar vendas ou método de gestão? Ministrando cursos e prestando consultorias em todas as regiões do Brasil, temos testemunhado e constatado enorme dificuldade das farmácias e drogarias na utilização de softwares em seus PDVs. Tais dificuldades decorrem basicamente de dois fatores: Ausência de um modelo de gestão por parte do estabelecimento; Software concebido e construído sem um método de gestão. Tal combinação de fatores é inadmissível em empresas que querem e precisam ser mais competitivas. Sem um bom software, a farmácia convive com Continue lendo

Me formei, e agora?

Me formei, e agora?

O que o estudante pode esperar do mercado e o que o mercado deve esperar do recém-formado em Farmácia. Noventa por cento dos estudantes de Farmácia são absorvidos, assim que formados, pelo varejo farmacêutico brasileiro. No entanto, lá se foi o tempo em que farmácias e drogarias contratavam esses profissionais apenas para controlar os psicotrópicos e zelar pelo cumprimento das exigências sanitárias pertinentes a esse segmento. O mercado exige hoje um farmacêutico menos tecnicismo e com mais conhecimentos na área de negócios. Por se tratar de uma Continue lendo