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Drogarias de Perfil Popular

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O que o futuro reserva para este modelo no Brasil?

Nos últimos meses tenho recebido muitas indagações de empresários do varejo farmacêutico sobre o futuro das “intituladas” drogarias de perfil popular. Muitos querem saber se este modelo perdurará ou se é apenas uma “febre passageira”.

Para abordarmos este assunto, observamos primeiramente o mercado atual em diversas cidades brasileiras e procuramos levantar dados suficientes e conjunturais, para formar uma visão mais consistente. É preciso primeiro entender que comercialmente falando, o mercado de DROGARIAS se dividiu em três modelos distintos:

  • Drogarias convencionais – São aquelas cujo perfil de venda e mix de produtos se divide claramente em medicamentos de referência e similares de marcas prescritas, medicamentos similares, medicamentos genéricos e perfumarias/correlatos.
  • Drogarias de perfil popular (modelo puro) – O foco aqui são apenas os medicamentos similares e genéricos e elas sequer comercializam produtos de perfumaria/correlatos, a exceção, de algumas vitaminas e fraldas geriátricas. Muitos tem optado por este modelo em função do baixo custo de montagem, manutenção e menor complexidade na gestão de compras e vendas.
  • Drogarias de perfil popular (modelo misto) – Neste modelo os medicamentos similares e genéricos continuam sendo o foco, porém, elas também comercializam produtos de perfumaria, porém, de forma verticalizada, ou seja, menos marcas e foco em produtos de menor valor agregado e com posicionamento mais popular. Este é o modelo mais adotado até o presente momento e também o escolhido como segunda marca por muitas das atuais bandeiras de grandes redes de drogarias do Brasil.

Nos últimos anos os veículos de comunicação, principalmente, os especializados em finanças falaram muito da ascensão da classe C, mas também do potencial de consumo das Classes D e E no País e são exatamente os números exibidos destas camadas de consumo da sociedade brasileira que explicaram a segmentação das drogarias da forma como acabamos de mostrar.

Para quem já está no mercado e quer investir em novos pontos de venda e para quem quer virar empresário sempre fica a pergunta: Em qual modelo investir?

A resposta para tais questionamentos está em saber responder a algumas indagações:

  • Quanto Você tem para investir?
  • Onde vai investir?
  • Qual o público-alvo e o posicionamento de mercado que pretende ter (ou é necessário ter em função da localização)?

O modelo de perfil popular (puro) perdurará?

Eu seria leviano se respondesse que sim ou não, mas posso dizer com tranquilidade que ele terá que se adaptar, pois, num mercado em que os descontos cada vez mais agressivos nos medicamentos tende a acirrar com aumento da competitividade é preciso diversificar o mix de produtos para compensar a perda de rentabilidade dos produtos farma e investir no grupo dos produtos não farma (perfumaria e correlatos).

Esta realidade teoricamente coloca em xeque o modelo de Perfil Popular (modelo puro) e isto é que explica a migração que algumas drogarias deste modelo estão fazendo para o modelo misto, pois, no modelo misto se investe também em maior mix, porém, de forma verticalizada (menos marcas e produtos mais populares).

Independente de modelos e modismos o importante é identificar as oportunidades, fazer um plano de negócios e uma boa pesquisa de viabilidade econômica para investir no modelo adequado e prosperar com o seu negócio.

Sucessso!

Cadri Awad é Diretor de Cursos do Instituto Bulla, Farmacêutico com Habilitação em Farmácia Industrial, MBA em Gestão Avançada de Varejo Farmacêutico e cursando MBA Executivo em Liderança e Gestão Empresarial. Viajando por todo o Brasil, Cadri já qualificou mais de 5000 empresários de Pequenas e Médias Drogarias para a aplicação da metodologia avançada de Gestão Farma.

89 Comments to Drogarias de Perfil Popular

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    • Olá Carlos,
      Obrigado por participar e deixar aqui a sua opinião. Esta interação é muito importante para que os empresários do varejo farma possam refletir sobre este mercado e entender as mudanças que estão acontecendo. Um grande abraço!

    • Oi Alessandra,
      Fico feliz que estejamos aqui neste canal opinando sobre assuntos como este. Acredito que manifestações como esta chancelam a nossa forma de pensar o mercado e contribuem para que possamos formar conteúdo que norteie a tomada de decisão de tantos empresários que fazem parte do nosso mercado. Abraços! Cadri Awad

  1. Rubens Gama Ribeiro CRF-Ce 1926

    Olá Cadri! Como vc sou farmacêutico e tenho estudado muito esses modelos de farmácias de PERFIL POPULAR. Tenho farmácia e estou enfrentando uma concorrência pesada desse modelo.Estou fazendo o CURSO FORMULA BULLA GF e aprendendo novas competências para ter mais sucesso nesse concorrido mercado.

    Um forte abraço,

    Rubens Gama

    • Rubens,
      Tenho convicção que Você está no caminho certo, pois, uma boa parte dos empresários acham mais fácil reclamar do mercado e se postar como vítima de tudo e de todos. Quem quer ter sucesso e prosperidade recorre ao conhecimento e estuda para obter conhecimento e conteúdo com o objetivo de enfrentar a concorrência e crescer neste mercado. Obrigado Rubens por confiar em nosso trabalho. Sucesso amigo!

  2. E o perfil Drugstore? Onde será que serão encaixadas? Fico na dúvida se esse tipo de modelo não será esse que seguirá no Brasil. Vejo que muitas Drugstores estão fazendo aberturas em cidades que possuem 100mil habitantes. Sei que não há um desconto agressivo em genéricos e similares. Mas, não seria esse um perfil que apresentará maior longevidade?
    Não será um equilíbrio dos descontos entre genéricos/similares e prescrição que serão impostos no decorrer dos anos?

    • Emanuel,
      Não podemos ainda considerar a existência de um modelo “drugstore no Brasil. Existem alguns estados da federação que permitem a comercialização de produtos não farmacêuticos e esta ainda é uma situação pontual e mesmo nos que permitem tal situação ainda não nos permite afirmar que se trata de um modelo drugstore. O que ocorre em alguns estados é a permissão para comercializar alguns produtos como refrigerantes, bolachas e alguns artigos de conveniência. Nos Estados que possuem legislação estadual ou municipal permitindo a comercialização de alguns produtos não farmacêuticos, ainda sim, não se compara ao modelo americano conhecido como drugstore. Nós temos três estados que conferem uma maior flexibilidade na venda de produtos ditos “não afins” e o restante permite a venda pontual de alguns tipos de produtos. Isto ainda não se compara ao modelo americano chamado de “drugstore”.

  3. Tendo em vista o aumento de renda da população e o aumento do acesso a informação as classes D e E cada vez mais vão começar a usar produtos de perfumaria, tanto pela primeira vez, quanto com uma frequência maior.

    Acredito que as farmácias de modelo misto atendem de uma maneira mais completa essas classes, sendo assim, acredito que são a opção de primeira escolha para esses clientes, que geralmente buscam qualidade de produtos e preço.

    • Vitor,

      Você tem razão. Em se tratando de um mercado que muda com uma rapidez muito grande e de um País com dimensões territoriais imensas e grande diversidade social e econômica temos que considerar que um modelo que atenda a necessidade da diversidade do mix de produtos terá maiores chances de sucesso.

  4. O modelo misto vai prevalecer, já é um caminho sem volta. O empresário é obrigado a se adaptar a esse perfil se quiser manter saudável o seu negócio.

    • Obrigado José Quadros por sua opinião. Você disse uma coisa muito correta: ” O empresário é obrigado a se adaptar” e o o mercado exige de nós esta capacidade todos os dias. Abraços, Cadri

  5. NELSON HENRIQUE BITTENCOURT COSTA

    Boa noite Cadri. Adorei está nova ferramenta de interação. Vai pegar!

    Acredito que, como você bem comentou, as drogarias de perfil popular puro não perduram no mercado por muito tempo devido a grande agressividade na política de preços que possuem. Em contrapartida, as farmácia deste perfil que saírem na frente e migrarem para o perfil misto vão sobreviver neste mercado tão competitivo que é o varejo farmacêutico. Acredito que o futuro das drogarias é investir em perfumaria e em serviços farmacêuticos, nichos de mercado ainda muito pouco explorados e com enorme potencial de rentabilidade financeira para o negocio. Em breve estarei me escrevendo para o curso presencial em Goiania entre os dias 27 e 31 de Outubro.

    Forte abraço

    • Nelson,
      Que bom que Você gostou deste novo projeto de interação. De agora em diante videos como este farão parte deste canal.

      Nelson, agradeço sua participação aqui neste canal e te espero em Goiânia para o curso presencial. Você terá muitas surpresas agradáveis, pois, grandes novidades estão previstas para esta edição de nosso curso. Será um dos melhores cursos da história do Instituto Bulla. Teremos ferramentas novas e atualizações de conteúdo que estamos aplicando recentemente e com grandes resultados. Até lá.

  6. Anaximandro Braga

    É o modelo popular misto ta pretetendo ficar..até porque a atenção farmacêutica vem para complementar. O público que gosta de uma maior atenção e que está disposto a pagar por isso é restrito.

    • Anaximandro, Valeu pela sua manifestação e opinião. O Brasil é enorme e temos público para diversos modelos com certeza. Aí compete a nós identificar o que quer o público alvo onde atuamos. Obrigado!

  7. justino shiguemitsu maeda

    seguramente permanecerá as drogarias convencionais, uma boa gestão com bom atendimento e preço, bom mix de produtos, medicamentos de marcas, genéricos, similares e perfumarias/correlatos.

  8. Cadri : ainda defendo o modelo convencional onde os serviços e atenção farmacêutica fazem toda a diferença, conseguindo os bons resultados com uma eficiente gestão conforme aprendi nos teus cursos, mas sei que o atual é o modelo misto popular. Colega, Sucesso para nós!

  9. Fico imensamente feliz por ter a oportunidade de recebermos sua assessoria Cadri. Concordo com seu ponto de vista em relação ao modelo misto. No entanto, fica aqui a preocupação com aqueles que já possuem as drogaria convencional. Aparentemente o mercado vai exigir essa mudança ou a concorrência será desleal. Boa noite.

    • Rosi, é preciso que entendamos que todos os modelos tem o seu papel e a sua viabilidade. Para entender qual o modelo mais apropriado para cada um é preciso primeiramente analisar qual o público alvo, posicionamento e segmento de mercado que se quer explorar. Reforço o que falei no vídeo: Estas características são regionais e portanto, temos que nos adaptar a elas. Valeu pela sua participação! Que bom que gostou do nosso Post.

  10. JARLECIS DA SILVA SANTOS

    Gostei do vídeo, sou gerente farmacêutico de uma Drogaria(Rede), estou no perfil de Drogaria popular mista.
    como o senhor comentou o forte é o genérico e similar no meu caso acredito mais que seja o genérico. O que me preocupa hoje é a pesquisa de preço dos medicamentos que os clientes estão fazendo. eles estão brigando pelos centavos. Pelo conhecimento que tenho através de um curso realizado pelo senhor que tive o privilegio de assistir é necessário lançarmos descontos atrativos para atrair clientes e depois retirarmos gradativamente. mas nessa altura do campeonato tenho minhas duvidas se isso pode dar certo. qual sua opinião hoje sobre o desconto dos genéricos hoje?

    • Jarcelis,

      Quem define preço no varejo farma não somos nós e sim o mercado. A farmácia cabe apenas definir a imagem que a mesma pretender ter juntos aos seus clientes e somado a isto saber ajustar o peso que as despesas podem ocupar sobre a venda bruta e também ajustar o tamanho do CMV (Custo da Mercadoria Vendida).

      Jarcelis, se Eu pudesse é lógico que não daria desconto em nada, mas o mercado não nos permite esta comodidade. Sabemos que o maior segredo meste mercado não é dar desconto, mas saber como distribuir os descontos entre os produtos. Na verdade a simulação de descontos que mostramos no curso é apenas parte de uma estratégia estratégia de precificação. Existem situações que Você terá que manter os descontos.

      Lembre-se: Tansforme os descontos em oportunidade

      Obrigado amigo por estar aqui conosco!

      Abraça

  11. Olá Cadri, mais uma vez você e o Bulla inovando, esse modelo adotado por vocês em vídeo é muito interessante e atrativo, parabéns!

    Sobre as drogarias de perfil popular conheço muito pouco, e sinceramente, mesmo a mais de 12 anos trabalhando no setor ( e tenho apenas 25 anos de idade), compreendo mas não aceito a forma como é conduzido o mercado farmacêutico no Brasil, onde tínhamos tudo para não trabalharmos com margens tão pequenas, pois, o preço dos medicamentos são pré-estabelecidos pelo governo, e na realidade o contrário se estabelece. Esse perfil de drogaria é muito agressivo, mas quem quer qualidade muitas vezes o pretere, pois, em sua maioria são comercializados medicamentos de laboratórios que não tem aceitação médica/farmacêutica, que não se preocupam com qualidade, e sim com quantidade, trazendo a política de vender muito e barato.
    Desculpe se me prolonguei, mas acho a discussão válida.
    Abraço!
    Victor Emanuel
    Acadêmico do curso de Farmácia da Universidade Estadual de Goiás. Unidade de Itumbiara.

    • Victor,
      Obrigado por sua participação e que bom que gostou deste formato de interação.

      Victor, entendo a sua preocupação com a questão abordada dos descontos, mas a realidade é que quem dita as regras é o próprio mercado. No varejo farma não é diferente. Digo sempre que meu sonho e o de muitos empresários seria não ter que dar descontos, mas o mercado é que conduz o ritmo das ações e a nós resta delinear as ações para ser competitivos e crescermos. Logicamente, outros fatores como mix de produtos, atendimento, localização, prestação de serviços, conceito de loja e inovação devem ser adotados para isto. É um ciclo virtuoso que temos que alimentar todos os dias para nos manter e prosperar. Abraços grande amigo!

  12. bom dia Cadri, esse tipo de drogaria me preocupa, pois na minha cidade tem uma funeraria que montou uma farmacia deste perfil, pois, vendem um plano de caixão e pra estimular a compra do plano colocaram a dita farmacia o que ja direciona

    • Moacir,
      Entendo e compreendo a sua preocupação, mas temos que aceitar que qualquer modelo independente do seu posicionamento e estratégia é livre para atuar desde que respeite a legislação que regula o mercado em todos os âmbitos. É preciso focar na solução ao invés dos problemas para que busquemos o caminho do crescimento. Abraços e muito obrigado por contribuir com sua participação.

  13. vicente jacyntho nunes

    Prezados,
    Sou farmacêutico proprietário com especialização em assuntos regulatórios de medicamentos e cosméticos, pesquisador de logística reversa de medicamentos vencidos. Tenho uma drogaria em Sorocaba à 20 anos, vivo no modelo convencional, ainda acredito que a Drogaria para ser um estabelecimento de saúde, terá que prezar pelos seus serviços em atendimento e assistência à saúde, e que não pode compactuar com a concorrência acirrada de preços preconizada pelas Populares, estabelecimento de saúde oferece (Vende) Serviços e produtos para a saúde, não precisa vender Descontos para tornar-se popular.
    Abraços
    ‘Vicente Jacyntho Nunes
    Fax 15-32283017
    Tel. 15-32281071
    Cel. 15-81070162
    e-mail – nunesjvicente@terra.com.br

    • Vicente,
      Valeu demais por sua opinião e participação. É fato que todos nós que militamos no varejo queremos fugir dos descontos e buscar outros mecanismos para atrair e conquistar a fidelidade de nossos clientes. Acreditamos muito nisso, mas também não podemos ignorar o fato de que precisamos estar preparados para concorrer em ambientes considerados inóspitos. Muito obrigado por sua contribuição!

  14. Stefan H. Passold

    Bom dia Cadri,

    Excelente vídeo, concordo com seus comentários, acredito também que o modelo “puro” não vai persistir no mercado, em nossa região as farmácias do grupo Latino Americano as Farmácias Preço Popular “PP” inserir juntamente em seu mix produtos as perfumarias de alto giro, como você comentou acima… onde estão se tornando farmácias “mista”.
    Vejo em nossa região muitos aventureiros colocando na fachada da farmácia “Farmácia Preço Popular, Preço Popular, MAX POPULAR, etc” rsrs, adoro quando fazem isso, pois a grande maioria está queimando o nome POPULAR, por não saber trabalhar, por isso acredito que esse modelo “POPULAR” acredito que não vai durar mais muito tempo no mercado.

    Costumo dizer hoje para nossos franqueados que basicamente se tem 2 tipos de clientes, o cliente do atendimento e o cliente do preço, muitas farmácias não querem o cliente do preço, mas hoje o número de clientes que são de preço aumentou e muito, por isso as farmácia não podem deixar de buscar também esse cliente do preço!

    Acredito que o nosso mercado, as farmácias independentes estão e estarão passando grandes dificuldades nos próximos anos, por essa grande mudança que está ocorrendo de tributação e gestão. A grande maioria dos empresários não estão preparados para estas mudanças tão grandes que está ocorrendo no mercado e em tão pouco tempo… não estão preparados para a gestão necessária que o mercado exige hoje… e o pior é que muitos não querem ver isso e poucos querem se preparar… é tanta burocracia que o nosso ramo tem que não querem ainda preencher tabelas, analisar dados, etc… (que sabemos hoje que é primordial ter todos os dados na mão)

    Acredito que o futuro permanecerá no mercado farma:
    – As farmácias que estiverem preparadas com bons sistemas operacionais;
    – Que trabalhem bem o mix de produtos na farmácia, com ampla variedade, elevando assim o ticket médio das vendas;
    – Que a farmácia tenha fama de “barateira” que saiba trabalhar os descontos na farmácia (produtos de alto giro e medicamentos de uso contínuo)
    – Equipe qualificada para atender, que saiba vender e agregar vendas e não um simples entregador de remédios ;
    – Capital de giro.
    – Que estejam associadas ou franqueadas com redes que tragam ferramentas, dados, gestão, etc. Para poderem prosperar no mercado, e não com associações que queiram simplesmente pegar CNPJ para dizer que tem XXX n° farmácias e não fazem nada para o futuro destas farmácias, como tem muito no mercado hoje.

    Hoje nossa rede trabalha muito forte varias ferramentas, duas delas que vem trazendo bons resultados para nossos franqueados, que é o convênio com desconto em folha, e o cartão fidelidade onde as vendas das farmácias aumentam e tem já um valor garantido no final do mês!

    Abraços,

    Stefan H. Passsold
    Gestor de Negócios
    Rede StyloFarma
    http://www.stylofarma.com.br

    • Stefan,

      Falou e disse tudo. Enquanto uns choram, outros vendem lenço.

      O negócio é investir pesado em gestão, em conhecimento e agregar ferramentas que de fato propiciem a farmácia ser competitiva e prospera.

      Valeu demais por todas as suas considerações e que vão de encontro totalmente a forma de pensar e trabalhar a farmácia.

      Continue participando aqui conosco, pois, Vocês tem muito a agregar.

      Abraços!

    • Eiberto Fell - Beto

      Concordo, Stefan….

      Com a promulgação da lei 13021/14, que farmácias serão estabelecimentos de saúde, acredito que os modelos terão que se adaptar ao conceito de “prestadores de serviços” com preços justos….Quando digo, preço justo, infelizmente, em alguns caso, teremos que adotar o modelo das Populares, com descontos mais agressivos.

      Beto Fell
      Rede Mega Farma/BioNatura
      (44) 3642-2728
      (44) 9919-8565

  15. Argeu Abadia Teles

    Boa tarde Cadri, fiz um curso no instituto, também fui seu aluno no IEPG. Estou com três belas lojas hoje, todas no perfil tradicional. Não é fácil gerir uma drogaria hoje gerando boa lucratividade. Uso todo o arsenal que acho cabível e legal pra manter uma loja sempre na crescente, um dos fatores responsáveis pelo sucesso foi trazer pra prática o modelo de gestão orientado pelo instituto. Confesso que estou longe de praticar tudo, mas estou no caminho…

    • Argeu,

      Que alegria Você nos dá com este depoimento. O que Você acaba de relatar é a prova de que é preciso um começo para tudo. É difícil, mas é possível e como Você bem relatou, nem foi preciso aplicar toda nossa metodologia por completo para perceber os primeiros resultados. Amigo, tenho convicção que os resultados virão ainda melhores com o aperfeiçoamento do método. Sucesso e um grande abraço!

  16. Bom dia Cadri,
    sou farmacêutica e estou com bastante dúvida, pois quero montar uma drogaria, acho que a mais viável é o modelo misto, porém gostaria de saber a respeito de valores reais entorno de quanto ficará para montar uma drogaria no modelo misto de pequeno porte no casa na cidade de Goiânia, havia pensado em pegar um bairro um pouco mais distânte para evitar a concorrência das grandes redes estou no caminho certo? Obrigada por discutir os mais variados temas nos atualizando e possibilitando uma maior chance de crescimento em nossa área!

    • Nara,
      Para prospectar os valores de investimento para montagem de uma drogaria é preciso que obtenhamos dados de previsão de vendas, localização, condições do ponto comercial que será utilizado e intervenções com adequações para que possamos simular os investimentos com maior precisão. Entre em contato com o Instituto Bulla através do fone: 62 3932-4140 para que possamos agendar uma conversa e lhe fornecer informações mais adequadas.

  17. Muito interessante a matéria sobre Farmácia popular,mas precisamos desenvolver este raciocínio, porque aumentou e muito o poder de compra da classe C e D dentro dos bairros e comunidades antes chamadas de “vilas” ou Favelas em outros estados, estes consumidores estão comprando mais e exigem marcas e maior qualidade de produtos higiene pessoal. então temos que aumentar o mix.
    Já as ditas Farmácias Populares do programa do governo federal, se este não repassar os aumentos de medicamentos que ocorrem para o retorno do produto fornecido para o consumidor vai ficar difícil manter este tipo de programa. o preço fábrica aumenta mas o preço que o governo paga tá congelado! a anos!
    Att
    Emerson Fauth

    • Emerson, é exatamente o fator mix de produtos que justifica minha afirmativa no vídeo de que o modelo misto de drogarias é o mais adequado para algumas regiões. A escolha do modelo depende do posicionamento, do público alvo e da localização do empreendimento. Nos próximos 4 anos estima-se que a participação dos produtos não farmacêuticos ocuparão 50 a 60% do faturamento de uma drogaria em algumas regiões e isto naturalmente já implica em necessidade de incremento do mix de produtos.

  18. eu tenho uma drogaria em um bairro afastado, vc acha que se mudase ela para perfil popular eu melhoraria minhas vendas e rentabilidade. sabendo que no meu bairro tenho mais 6 concorrentes e um bairro de aproximadamente 20.000 abitantes.
    e essa precificacao como e qual modelo adotar. gostaria que vc me ajudase nesta tomada de desisao.
    outro iten importante sou farmaceutico.

    • Wilker,
      Onde existir público das classes C, D e E haverá um cenário para investir no modelo citado. Este modelo tem um posicionamento claro sobre preço, sendo assim, é preciso implantar um modelo de precificação sustentado em cima do perfil de venda por grupo de produtos da sua farmácia, onde é preciso separar os produtos em classes (geradores e tráfego e geradores de renda) e saber dividir os descontos por grupos de produtos afim de obter a média ideal de descontos a ser praticada. Para chegar a isto, Você precisa adotar um método de análise dos resultados da sua farmácia para que Você possa fazer simulações diárias, semanais e mensal a fim de monitorar o impacto das variáveis que influenciam o seu lucro (Despesas, Descontos e CMV – custo da mercadoria vendida). Logicamente, não tenho como detalhar isto numa resposta, mas se tiver interesse em obter informações mais detalhadas a respeito temos um curso online que mostra em 8 passos como implantar um método de gestão para farmácias e drogarias. Segue o link: http://cursos.institutobulla.com.br/

  19. OLA AMIGO CADRI

    EU SOU DE ARAÇATUBA E JA ACOMPANHO VOCÊ A ALGUM TEMPO. EXCELENTE PROFISSIONAL, RECENTEMENTE EU CONVERTI MINHA LOJA EM ULTRAPOPULAR, É UMA LOJA MISTA ESTÁ DANDO MUITO CERTO, PORQUE A GESTÃO É MUITO EFICIENTE E O MIX DE PRODUTOS SÃO MUITO BEM ELABORADOS, NO CASO DA PERFUMARIA NOS TRABALHAMOS COM AS CURVAS A E B, O PRODUTO NÃO FICA MUITO TEMPO NA GONDOLA. O CUSTO FOI ENXUGADO NÃO TEMOS MAIS CAIXAS E NEM ENTREGADORES E APENAS UM TURNO, ESTAMOS TRABALHANDO COM UM CMV DE 67% ESTOU SATISFEITO, MAS EU ACHO QUE O OUTRO MODELO NÃO VAI DURAR MUITO TEMPO

    • Matheus,
      Este é um modelo que vem dando certo em muitos estados e regiões do Brasil. A fórmula é simples modelo de gestão, estudo correto do mix de produtos, foco em custo baixo e precificação agressiva. Agradeço pelo elogio ao nosso trabalho e desejo sucesso na empreitada.

  20. Lori Antonio Beltrame

    Boa tarde, muito boa a matéria, gostaria de saber se posso ter 2 tipos de farmácia uma convencional e uma de cunho popular, e qual o tipo de estratégia administrativa? DESDE JÁ AGRADEÇO E UM FORTE ABRAÇO

    • Lori,
      É cada vez mais comum encontrar empresários ou grupos empresariais que investem nos dois modelos citados. Na maioria dos casos adota-se uma gestão independente para cada um dos modelos. A estratégia administrativa é entender que elas possuem distinções claras como por exemplo: Horário de funcionamento, mix de produtos, gestão de custos, posicionamento e público alvo, bem como, conceito de loja. Se Você mesmo vai administrar as duas lojas, deve administra-las levando em consideração que os números (dados) são diferentes e a tratar os dados também. Tenho muitos clientes em todo o Brasil que estão diversificando seus modelos de acordo com a conveniência e oportunidades.

  21. Bom dia Cadri, há 8 anos quando decidi me tornar proprietário de uma drogaria eu busquei trabalhar em uma área de população com poder aquisitivo menor justamente por identificar que eu poderia oferecer um trabalho diferenciado das drogarias já existentes na região mais sem perder a oportunidade de utilizar o apelo do nome Drogaria Popular, antes mesmo do inicio do “programa aqui tem farmácia popular” que confesso me ajudou muito pois minha drogaria mesmo não sendo credenciada logo no inicio ganhei muita publicidade, mais agora com a chegada na região que atuo destes modelos populares de fato principalmente com a Drogaria Super e Ultra Popular tenho sofrido com a confusão do cliente que entra na minha Drogaria Popular achando que vai encontrar o mesmo desconto que eles estão praticando pois além de prezar pelo bom atendimento prestação de serviços horário estendido da loja tendo que manter uma equipe maior inclusive de fim de semana fica quase impossível com os meus custos praticar a mesma politica de preços deles e pelo jeito eles vieram para ficar.
    Abraço!
    André Saidell

    • André,
      Seu depoimento vem de encontro exatamente com o que falamos no vídeo. É um modelo com foco em gestão de custos e posicionamento em preço como forma de atrair o público alvo. Algumas vezes sou questionado por alguns empresários de farmácia que perguntam se não abordo demasiadamente o preço como único diferencial da farmácia. Quero deixar bem claro que acreditamos e pregamos que o sucesso numa farmácia é a conjunção de vários fatores, entre eles: conceito de loja (layout atraente), mix de produtos, atendimento, localização/estacionamento, facilidades e formas de pagamento, serviços e canais de venda.
      No entanto, é preciso entender que o cliente de farmácia é sensível a preço e hoje quem define preço não somos nós é o próprio mercado, sendo assim, o controle do gestor está na gestão dos custos (despesas) e busca do perfeito equilíbrio do perfil de venda por grupo de produtos que é responsável por manter o CMV (Custo da Mercadoria Vendida) no melhor patamar possível.
      Obrigado André por suas considerações e continue participando conosco!

  22. muito bom essa nova ferramenta. parabéns!!!
    o modelo dependerá da boa competência principalmente
    na gestão financeira e administrativa.

    vergilio

  23. gostei muito desse artigo,, valeu ja participei de uma palestra sua em cuiaba MT foi de grande valia pra mim…valeuu abraço! acho que o modelo misto e o que ta mandando a ver.

  24. Cadri, bacana, já aprendi muitas coisas com voce. Também penso assim o modelo misto e as convencionais é que vão se adaptar melhor ao mercado.

  25. VANDERLOI JOSE FORGIARINI

    ACREDITO E APOSTO NO MODELO DE FARMACIA MISTA JA ATRAVES DO INT BULLA ESTAMOS PRATICANDO
    E ESTAMOS INDO BEN MUITO OBRIGADO BOA NOITE

    • Vanderloi,
      Valeu por postar aqui sua opinião e participar deste ambiente de discussões sobre nosso varejo farma. Você não imagina como ficamos felizes com testemunhos como este seu. É muito bom saber dos resultados que nossos clientes obtêm. Um grande abraço amigo!

  26. Paulo Guilherme M. Santos

    Excelente explicação… Concordo com as suas colocações… De fato este perfil popular para mim tem tudo para continuar…. Creio que o perfil popular misto é o melhor em qualquer situação por justamente suprir déficit de outros produtos…

  27. Caro Cadri, fico contente em ver como o varejo farmacêutico através de estudos, índices e todas as ferramentas de análise disponíveis HOJE vem dizer que: “Cliente de farmácia é sensível a preço”. E ao mesmo tempo fico muito triste pois em reuniões (diversas) no SINCOFARMA/SP a muitos anos eu já defendia esse posicionamento, mas sempre ouvia a mesma coisa: “ESTUDOS DIZEM QUE O ATENDIMENTO E SERVIÇO PRESTADO É SEMPRE MUITO MAIS IMPORTANTE E PREÇO VEM SEMPRE EM SEGUNDO PLANO OU MENOS”. abr4ços $uce$$o.

    • Wilker, o mercado é complexo e cíclico e o que afirmamos hoje pode não ser a realidade daqui a alguns anos. É difícil para todos nós admitir que o PREÇO seja de fato o maior peso que influencia na atração do cliente para o PDV.

      Agora, temos que ter um cuidado enorme, pois, o PREÇO pode até ser o fator que mais pesa na atratividade, mas ele não influencia isoladamente na fidelização do consumidor, pois, é precisamos agregar sim, outros componentes como serviços, atendimento, layout de loja, merchandising, formas de pagamento, localização, estacionamento e outros.

      Talvez as divergências no que tange a este assunto estejam em relação ao que ATRAI O CONSUMIDOR e ao que FIDELIZA O CONSUMIDOR. As entidades tem estudado muito o assunto e se encontram cada vez mais preparadas para orientar seus associados e é sempre complicado para todos nós tocar no assunto PREÇO, pois, parece que estamos fazendo apologia aos DESCONTOS e isto deixa muitos empresários chateados, pois, ninguém gosta desta guerra de preços.

      Amigo, obrigado por sua participação e continue conosco!

  28. Olá Cadri.
    Acredito que o sistema misto vai perdurar. Aqui na minha região, a distribuição gratuita de medicamentos, anticoncepcionais, insulina, etc, é muito eficaz e sobra pouco espaço para oferta de medicamentos básicos. Não adianta colocar um paracetamol a 0,50 centavos, se o posto de saúde entrega estes produtos gratuitamente. Está aí a dificuldade em focar a farmácia em linha com as “vermelhinhas”. (que não são do PT, kkk)

    • Verner, a grande maioria dos gestores e empresários que participaram emitindo suas opiniões a respeito deste tema, afirmaram acreditar que o modelo que irá perdurar é o misto. Todas as opiniões aqui postadas são importantes e refletem de fato o que está acontecendo neste mercado. Um grande abraço e obrigado por participar.

  29. Olá temos uma farmácia convencional em uma cidade do interior do MS. Gostaríamos de obter a relação de algumas franquias de perfil popular ou misto, para pesquisarmos a possibilidade de nos tornarmos um franqueado. Só conhecemos a Ultrapopular que já está se instalando por aqui. Vcs poderiam nos auxiliar?
    OBG

    • Sara, tem uma franquia de Santa Catarina chamada Farma&Farma: wwww.farmaefarma.com.br, enfim, franquias neste mercado tem muitas, mas é preciso conhecer sua estrutura, conversar com os responsáveis pela franqueadora e avaliar cuidadosamente a capacidade de oferecer e garantir as vantagens que comumente são oferecidas por cada uma delas.

  30. Eliberto Fell - Beto

    Bom dia Cadri..Td bem?

    Temos farmácia de manipulação e agregamos no mesmo ambiente drogaria. No ano de 2015 crescemos muito pouco na drogaria. Vc acredita que é possível usar a estratégia de “perfil popular” (somente na drogaria)? Ou isso poderia “estragar” a imagem da manipulação que é focada em qualidade e preços com valor agregado maior?

    Abs,

    Beto – Guaíra(PR)

    • Eliberto, em se tratando de farmácia, independente do posicionamento de preço que assumamos, o quesito qualidade jamais pode ser desconstruído. As pessoas querem medicamento barato, as pessoas querem medicamentos a preço justo, mas elas querem qualidade, pois, é a saúde delas que está em jogo. Portanto, o fato de migrar o perfil da sua farmácia para digamos um “modelo popular” não implica necessariamente que Você estará abrindo mão da qualidade em prol de seus clientes, mas é claro que a forma com que isto será comunicado ao cliente é que fará toda diferença. Fazer as mudanças as vezes não é difícil. O mais difícil é como Você comunica tais mudanças ao seu público-alvo.

    • Marlon,
      Gosto muito de dizer que de palpiteiros o mundo já está cheio e qualquer opinião que Eu der neste caso será um mero palpite se não tiver elementos suficientes para avaliar a viabilidade econômica do negócio que se enseja. Abrir uma farmácia de perfil popular ao lado de uma farmácia de grande rede, pode ser viável. Claro que sim! Mas é preciso analisar antes de mais nada se o local admite uma farmácia com este posicionamento e se o público-alvo é condizente com o posicionamento. É importante, fazer a contagem de passantes e medir o Ticket médio projetado que poderá atingir para simular o potencial de vendas e estabelecer um comparativo com as despesas da futura farmácia. Desta forma, você pode avaliar o potencial de lucro do novo negócio e mensurar a viabilidade econômica.

  31. Willer Fernandes

    Gostei sim,estou no ramo a um bom tempo e agora estou enfrentando a batalhade de abrir uma loja,
    e gostei do modelo misto.
    Sucesso a todos.

      • Olá, Marcus Vinicius! O que expomos neste vídeo não foi uma rede de drogarias, mas um modelo de negócio em que as drogarias focam a maior parte do seu faturamento nos grupos de medicamentos chamados similares e genéricos e cujo apelo de negócio é o preço. Usamos o termo drogarias de perfil Popular apenas para distinguir o modelo tradicional de drogarias e o modelo cujo montante de venda por grupo de produtos é predominantemente baseado em medicamentos similares e genéricos. Este modelo trabalha com custos operacionais mais reduzidos, CMV baixo e descontos mais agressivos.

  32. Juscelino Farias

    Adorei o video e tbm os debates sobre o assunto.
    Anos atras trabalhei em farmacia, independentes e de rede. Estive fora do Brasil por 8 anos e conheci varios modelos de farmacias, tanto Europeias quanto as americanas. E voltei para o Brasil para montar uma DrogStore. Fiquei assustado com a quantidade de Farmacias Populares na minha cidade, e me acendeu o alerta, que modelo optar?Também descobri que o modelo DrugStore não e permitido. Decidi Fazer o curso on line do instituto Bulla, onde aprendi muita coisa e atualizei-me das normas e tecnicas de gestão.
    Já fiz o plano de negócio, mas hà um fator que no curso não consegui absorver ou interpretar e gostaria de esclarecer aqui;
    No meu fluxo de passantes, detectei um fluxo elevado de veículos 70%( motos e carros ), contra 30% de pedestres. E agora? Como calcular os clientes potenciais? Posso usar a mesma variável de 3%?
    Desculpe me pela prolongação, mas precisava esclacer.
    Juscelino Farias

    • Juscelino,
      1 a 3% de conversão é uma estatística de mercado, mas existem vários fatores que precisam ser analisados para precisar as projeções, como, existência de estacionamento ou facilidade para estacionamento de carros, velocidade do fluxo de veículos na via, facilidade do carro parar para comprar, visibilidade do ponto de venda, fluxo ou contra fluxo, fluxo de entrada ou fluxo de saída, sinalização do PDV, enfim, vários fatores devem ser analisados para se fazer uma projeção com reduzida margem de erro. O fator primário para análise de um bom Ponto de venda é quantidade de passantes, o que não significa que estamos ignorando o fluxo de veículos, mas como adiantei os fatores acima devem ser levados em consideração para ser mais específico.

  33. ANDERSON BOTELHO

    OLA TENHO UMA FARMACIA DESSA POPULAR AQUIM EM ALTAMIRA-PA .O NOME E FARMACIA DO TRABALHADOR DE ALTAMIRA,O RESPONSALVEL PELA RE DES FTB QUEREM QUE EU TIRE O NOME TRABALHADOR POIS ESSE NOME TRABALHADOR E MARCA DELES RESISTRADA,PERGUNTO EU ELES PODEM PATENTIAR O NOME TRABALHADOR E SO ELES USAR ESSE NOME