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Comprar à vista ou a prazo?

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Cadri Awad é Diretor de Cursos do Instituto Bulla, Farmacêutico com Habilitação em Farmácia Industrial, MBA em Gestão Avançada de Varejo Farmacêutico e cursando MBA Executivo em Liderança e Gestão Empresarial. Viajando por todo o Brasil, Cadri já qualificou mais de 5000 empresários de Pequenas e Médias Drogarias para a aplicação da metodologia avançada de Gestão Farma.

85 Comments to Comprar à vista ou a prazo?

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  1. Adorei o seu depoimento, me ajudou bastante , pois vendo sempre a vista, e pago com prazo meus fornecedores, mas como não disponho de capital de giro , faço isso para conseguir me situar um pouco. Já fui super criticada , pois alguns acham que não posso ficar comprando a prazo, senão estarei sempre devendo. Mas sou uma drogaria pequena , que vende só a vista , mas com movimento mais baixo, então tenho que vender , para conseguir capital para quitar com os fornecedores. Estou agindo errado?

    • Roberta,
      Os dois assuntos que mais geram questionamentos durante os cursos são a respeito de capital de giro e posicionamento relativo. O grande problema é que muitas farmácias ignoram a necessidade de manter um capital de giro e preserva-lo através de um correto equilíbrio entre o prazo que se ganha na compra e o prazo médio que se leva para receber dos clientes. Roberta, Eu te respondo a sua pergunta com outra pergunta: Será que vendendo apenas a vista Você não está limitando a venda da sua farmácia? Se Você passar a vender no prazo também, será que suas vendas não melhorarão? É necessário fazer algumas simulações para que Você consiga enxergar melhores perspectivas de crescimento e comprar com prazos compatíveis ao recebimento. Roberta, continue participando conosco neste canal.

    • Joberto, não há maior satisfação em constatar que o que fazemos está de fato representando algo de valor para quem nos acompanha. Obrigado por sua participação e continue participando e postando sugestões também, pois assim, elaboramos temas de maior relevância e interesse para todos. Valeu amigo!

    • Adelmo, fico feliz que os videos estejam sendo úteis. Este foi o nosso grande objetivo e para que continuemos a entregar conteúdo de valor a Vocês peço que nos enviem sugestões de temas para que possamos interagir cada vez mais. Abraços!

  2. ANTONIO CARLOS ROSA

    Cadri boa tarde, na Drogaria compramos diariamente e consequentemente pagamos duplicatas também diariamente. Sei que se comprar com prazo médio de 45 dias vou pagar a primeira duplicata com 45 dias e como tenho que ter estoque nem sempre vendi toda a mercadoria no prazo estipulado, mesmo conseguindo manter o estoque com produtos de giro tenho que ter mercadorias estocada. Após estes primeiros 45 dias passo a pagar diariamente e continuo comprando diariamente, ou seja meu prazo continua sendo 45 dias mais tenho que utilizar do caixa para pagar as duplicatas que estão vencendo. Comprando com 45 dias não consigo negociar um desconto maior no preço dos medicamentos, o que consigo comprando com o prazo de 7 dias. Se estou comprando diariamente e pagando diariamente já não consigo ver este prazo, além de que minha carteira de duplicatas fica com um volume grande. Este prazo não passa então a ser ilusório?

    • Antônio, não podemos nunca esquecer que o ciclo se fecha em 30 dias, além disso, conforme Você mesmo colocou, o primeiro estoque é para atingir o Estoque Ideal e vem do INVESTIMENTO INICIAL no negócio (mesmo que este já esteja em funcionamento). Quando repete as compras com prazo para suprir o Estoque Ideal, os pagamentos sempre cairão no mês subsequente (Compra de Set/14 cai pagto Nov/14) e assim por diante. Então o prazo não é ilusório e sim a forma de pensar que é ilusória. Outro detalhe: O desconto para pagamento a vista (7 dias) normalmente é desconto financeiro e não desconto efetivamente comercial, o que normalmente não causa um diferencial muito grande. Contudo, e contrariando o conceito do POSICIONAMENTO RELATIVO, se a Farmácia tem um DFC altamente positivo mês a mês, mesmo pagando A VISTA; não há problema em prosseguir desta forma. Pode até ser feito desta maneira. No entanto, o que observamos a médio e longo prazo é que o DFC começa a ter Lucro Operacional zero ou negativo, o que acaba comprometendo o CAPITAL DE GIRO. Espero ter contribuído e agradeço por participar conosco neste canal. Um grande abraço!

  3. LEONARDO AFONSO'

    Muito bom, porem acredito que muitas outras situações devem ser observadas e levadas em consideração nessa tomada de decisão que muito importante para nossa sobrevivência no mercado.

    att
    LEONARDO AFONSO
    DROGAMED BRASIL

    • Leonardo,
      Não resta dúvida que inúmeras variáveis compõem nossa tomada de decisão. O foco do vídeo foi o posicionamento relativo e alertar que nem sempre os supostos descontos para pagamento a vista constituem vantagem quando os desajustes de prazo acarretam redução do capital de giro e até mesmo do lucro operacional da farmácia. Isto para não falar ainda de farmácias que apresentam até mesmo fluxo de caixa negativo em função de tal prática.

  4. Comprar no prazo quase que 90% das vezes é melhor, mesmo com capital de giro equilibrado, pois muitas vezes a diferença de preço a vista pra compra com prazo não passa de 2%.
    Não vejo vantagem quando a diferença é mínima.
    Nesses casos opto pela compra a prazo e com isso posso aumentar o prazo pro meu cliente e assim conseguir mais vendas.
    Entretanto, quando o desconto é significativo na compra a vista (em relação a compra com prazo) é bom analisar também se o produto gira bem e logo logo será vendido, se o preço médio é muito superior a oferta… tem muita coisa pra analisar além do posicionamento relativo.
    Mas analisar o posicionamento relativo é essencial para não ficar sem capital de giro.
    Cadri, parabéns pelos videos.
    Gostaria de dar uma sugestão de tema: farmácia popular: como aumentar as vendas e fidelizar o cliente do programa.
    Um abraço.

    • Vinícius, nosso objetivo com este vídeo foi exatamente este. Mostrar que nem sempre o empresário de farmácia pode se iludir com descontos (que nem sempre são tão vantajosos assim) em detrimento da preservação do capital de giro da empresa e até mesmo do lucro, pois, muitas farmácias deixam de ver dinheiro no caixa por desajustes de prazo de recebimento e pagamento.
      Agradeço pela sugestão do tema e pode ter certeza que faremos um post a respeito. Um grande abraço!

  5. Daniel Carvalho

    tem sido importantissimo as dicas dadas pelo Instituto Bulla para meu estabelecimento. Estou tentando me organizar para estar no curso em Outubro.

    • Daniel, Que bom que esteja gostando das dicas. Estamos esperando Você em Goiânia. Tenho certeza que Você não se arrependerá em participar do curso. É uma semana para “respirar” administração de farmácia e com ferramentas e conteúdos que propiciarão repensar para melhor muito do que temos feito atualmente para tornar nosso negócio mais competitivo e preparado para enfrentar a concorrência.

  6. Parabéns pelo vídeo Cadri. e realmente, como podemos observar nos comentários abaixo, este é um assunto muito polêmico e temos sim que observar várias situações e o mais importante, termos completo domínio do financeiro da empresa para não acabarmos iludidos com este capital de giro que temos disponível quanto compramos à prazo. Uma falha muito frequente é quando “achamos” que este dinheiro “sobra” e acabamos usando para outras finalidades. Como disse, se o controle financeiro foi excelente, esta dica do vídeo é perfeita!

    • Falou bonito Zé Cláudio. O velho ditado já dizia: “dinheiro não aceita desaforo”, sendo assim, temos que administrá-lo de forma primorosa e para isto é preciso entender que a dinâmica financeira de uma farmácia deve ser elaborada tendo como pilares o controle da entrada e saída de dinheiro a cada ciclo de 30 dias e periodicamente temos que calcular o capital de giro para verificar a integridade do mesmo e compatibilidade dos valores com o plano de investimento e gastos da empresa. Obrigado pela sua participação e opinião e continue aqui, pois, muitas novidades virão.

  7. Cadri, te faço um questionamento. Imaginamos a situação que a farmácia possui um ótimo capital de giro. Está estabilizada e com faturamento alto, algo em torno de 200 mil/mês. Essa farmácia é de 1 proprietário. Tem venda à vista e à prazo, cartão, convênio, etc. Todas as compras são pagas em 7 dias. Ou seja, praticamente não há boletos. Nessa situação, que é a minha, percebemos vantagens. Mesmo recebendo do cliente em torno de 30 dias, conseguimos manter o capital de giro e aumentar o lucro. Qual sua opinião?

    • Felipe,

      Quando analisamos uma empresa diante de um Índice de Posicionamento Relativo maior do que “1”, o conceito que queremos dizer não é de que a empresa irá “necessariamente se sair mal” ou ter Lucro Operacional negativo. No entanto, queremos dizer: “Você poderia estar com um Lucro Operacional Final Ajustado” ainda maior do que aquele que está conseguindo!!! Em outras palavras: Está deixando algum dinheiro escapar da empresa…Está cometendo uma “inflação na gestão executiva” ou algo parecido….
      Vejo em diversas circunstâncias empresas sadias e lideradas por grandes executivos, que não aplicam o conceito do “Posicionamento Relativo” e nem por isto irão deixar de ser lucrativas: O Lucro Operacional ocorre e não deixará de ser o que é apenas por infringir um dos conceitos da correta Administração!!! No entanto posso afirmar que se essas empresas observassem o conceito, certamente haveria ainda mais dinheiro em seu caixa e a sua capacidade de investimento seria bem maior.
      Então, é preciso fazer uma análise mais técnica e deixar claro algumas questões mais importantes. Façamos então um raciocínio analítico:
      1º) Uma Farmácia que compra a vista e concede prazo médio de 30 dias terá um Posicionamento Relativo maior do que 1. Este conceito indica não que o DLP estará afetado no tocante ao “Resultado do Lucro Operacional”. O DLP ficará objetivamente inalterado e mostrará o Lucro Projetado. No entanto, com o passar dos meses ficará claro o distanciamento cada vez mais crescente entre os Resultados Acumulados do DLP e do DFC.
      2º) De outro lado, o “Resultado do Fluxo de Caixa Operacional” do DFC será afetado crescentemente (corroído ao longo do tempo). Dentro do primeiro mês de operacionalização, a Receita Financeira Operacional terá uma tendência a ficar menor do que as Vendas Líquidas (pois houveram vendas a prazo) e o pagamento a Fornecedores (Operacionais) terão valor um pouco maior do que em comparação com o CMV preconizado no DLP. Essas duas variáveis (Receita Financeira Operacional e Fornecedores Pagos Efetivamente) serão afetadas no primeiro mês de operação. Em consequência, parte do Resultado do Fluxo de Caixa será destinado para “financiar” a venda a prazo.
      3º) Já no segundo mês de operação, a “Receita Financeira Operacional” tende a ser estabilizada pela entrada de “Recebimentos dos Ativos Financeiros”, contudo a 2ª Variável (Fornecedores Efetivamente Pagos) tem uma tendência em continuar superior ao CMV, mas sofrendo um declínio e com tendência a normalizar caso haja um controle severo por parte do gestor. Se continuasse dessa forma, nada iria influenciar no Resultado Final do DFC. Mas é necessário que lembremos que no segundo mês de operação haverá novamente “Vendas A Prazo”. Desta forma, essas vendas a prazo se transformam em “recebíveis a curto prazo” e forçam o CMV pra cima como forma de “repor a mercadoria vendida”. É neste momento que veremos o Posicionamento Relativo agir em detrimento do Fluxo de Caixa.
      4º) No terceiro mês de operação se repete o mesmo ciclo, entrando os recebíveis mas tendo como contrapartida nova venda a prazo, que irá força a Reposição do Estoque com pagamento a vista (dentro do mesmo mês de operação). Consequência: corrosão do Montante disponível no Fluxo de Caixa.
      5º) Devemos lembrar que, quando a Farmácia (ou empresa qualquer) tem um alto lucro operacional (geralmente acima dos 15%) e com índice pouco acima de 1 (1,1 ou 1,15); levará muitos meses para ser sentido a deficiência no Capital de Giro, em consequência de que o Lucro Operacional dará conta de cobrir o desencaixe financeiro. Isto se confirma, quando analisamos Balancetes de empresas no longo prazo (50 meses ou mais), que ao terem uma dificuldade operacional que ocasionam uma diminuição de Lucro Operacional, vê desaparecer rapidamente o seu Capital de Giro.
      6º) Diante disto, podemos dizer que permitir um “desencaixe” de Posicionamento Relativo não quer dizer que a empresa irá falir ou necessariamente irá faltar dinheiro em caixa. Os estudiosos e autores renomados nos mostram dentro deste argumento que ocorre uma “alimentação errada” da empresa. Ou melhor dizendo, há um erro de gestão na “retroalimentação”. Não que seja determinante para o fim da empresa, mas que em um determinado momento a empresa irá sentir os seus efeitos.

      Por último, é importante salientar que temos casos práticos (com a evolução numérica dos valores mês a mês), que também mostravam uma Farmácia em boas condições financeiras em um determinado momento e que por consequência de algumas variáveis se tornou em outro momento com problemas financeiros lastimáveis. Devo dizer e deixar bem claro que não é apensa uma única causa que fez isto ocorrer, mas sim uma união de vários fatores juntos que contribuíram para que o acidente financeiro acontecesse. Entre eles, podemos detectar sempre presente, o quociente de Posicionamento Relativo.

      Algumas literaturas que falam mais do assunto:
      Revista Brasileira de Contabilidade, art. O setor público administrativo e a gestão pública, 2002, pág.91.
      FRANCO, Hilário. Análise e Interpretação de Balanços . 6 . ed. Atlas, 1996.
      IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 5. ed. São Paulo : Atlas, 1988.
      MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 5. ed . Atlas, 1986.
      MOREIRA, Heber Lavor. Curso de Análise de Balanços: Análise Financeira. Belém 2002
      PERNAMBUCO, Julio Moraes. Curso de Analises de Balanços. 2 . ed. UFES, 1991.
      REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE. Ano XXXI n.º 138, p:93. novembro/dezembro 2002.
      SILVA, José Pereira da. Analise Financeira das Empresas. 5. ed. . São Paulo :Atlas, 2001.

    • Eduardo, o Instituto Bulla nasceu da necessidade de implementar técnicas administrativas para o varejo farma. Ficamos felizes ao saber que estamos contribuindo com a melhoria de tantos negócios. Obrigado por seu depoimento e participação. Abraços!

    • Rodrigo,
      Para que Você possa entender melhor o objetivo desta análise deve estudar o conceito de posicionamento relativo, pois, a finalidade deste indicador é propiciar ao gestor subsídios para analisar se o confronto entre o prazo médio de recebimento do cliente e prazo médio de pagamento ao fornecedor lesará o capital de giro da empresa ou até mesmo sacrificará o lucro operacional da mesma. Nenhum desconto para pagamento a vista justifica sacrificar o fluxo de caixa da empresa e todos nós que militamos no varejo farma a algum tempo, sabemos que normalmente os descontos praticados pelos fornecedores no varejo farma nem sempre são tão significativos a ponto de justificar uma redução de lucros ou até mesmo provocar um fluxo de caixa negativo para a farmácia.
      Portanto, VOLTO A RATIFICAR! Não se trata aqui de ganhar ou não descontos! Trata-se da preservação do capital de giro e/ou lucro operacional/fluxo de caixa da empresa.
      Portanto, aproveitarei um trecho da resposta que dei aqui neste mesmo canal para fechar este raciocínio com Você:
      Quando analisamos uma empresa diante de um Índice de Posicionamento Relativo maior do que “1”, o conceito que queremos dizer não é de que a empresa irá “necessariamente se sair mal” ou ter Lucro Operacional negativo. No entanto, queremos dizer: “Você poderia estar com um Lucro Operacional Final Ajustado” ainda maior do que aquele que está conseguindo!!! Em outras palavras: Está deixando algum dinheiro escapar da empresa…Está cometendo uma “inflação na gestão executiva” ou algo parecido….
      Vejo em diversas circunstâncias empresas sadias e lideradas por grandes executivos, que não aplicam o conceito do “Posicionamento Relativo” e nem por isto irão deixar de ser lucrativas: O Lucro Operacional ocorre e não deixará de ser o que é apenas por infringir um dos conceitos da correta Administração!!! No entanto posso afirmar que se essas empresas observassem o conceito, certamente haveria ainda mais dinheiro em seu caixa e a sua capacidade de investimento seria bem maior.
      Então, é preciso fazer uma análise mais técnica e deixar claro algumas questões mais importantes. Façamos então um raciocínio analítico:
      1º) Uma Farmácia que compra a vista e concede prazo médio de 30 dias terá um Posicionamento Relativo maior do que 1. Este conceito indica não que o DLP estará afetado no tocante ao “Resultado do Lucro Operacional”. O DLP ficará objetivamente inalterado e mostrará o Lucro Projetado. No entanto, com o passar dos meses ficará claro o distanciamento cada vez mais crescente entre os Resultados Acumulados do DLP e do DFC.
      2º) De outro lado, o “Resultado do Fluxo de Caixa Operacional” do DFC será afetado crescentemente (corroído ao longo do tempo). Dentro do primeiro mês de operacionalização, a Receita Financeira Operacional terá uma tendência a ficar menor do que as Vendas Líquidas (pois houveram vendas a prazo) e o pagamento a Fornecedores (Operacionais) terão valor um pouco maior do que em comparação com o CMV preconizado no DLP. Essas duas variáveis (Receita Financeira Operacional e Fornecedores Pagos Efetivamente) serão afetadas no primeiro mês de operação. Em consequência, parte do Resultado do Fluxo de Caixa será destinado para “financiar” a venda a prazo.
      3º) Já no segundo mês de operação, a “Receita Financeira Operacional” tende a ser estabilizada pela entrada de “Recebimentos dos Ativos Financeiros”, contudo a 2ª Variável (Fornecedores Efetivamente Pagos) tem uma tendência em continuar superior ao CMV, mas sofrendo um declínio e com tendência a normalizar caso haja um controle severo por parte do gestor. Se continuasse dessa forma, nada iria influenciar no Resultado Final do DFC. Mas é necessário que lembremos que no segundo mês de operação haverá novamente “Vendas A Prazo”. Desta forma, essas vendas a prazo se transformam em “recebíveis a curto prazo” e forçam o CMV pra cima como forma de “repor a mercadoria vendida”. É neste momento que veremos o Posicionamento Relativo agir em detrimento do Fluxo de Caixa.
      4º) No terceiro mês de operação se repete o mesmo ciclo, entrando os recebíveis mas tendo como contrapartida nova venda a prazo, que irá força a Reposição do Estoque com pagamento a vista (dentro do mesmo mês de operação). Consequência: corrosão do Montante disponível no Fluxo de Caixa.
      5º) Devemos lembrar que, quando a Farmácia (ou empresa qualquer) tem um alto lucro operacional (geralmente acima dos 15%) e com índice pouco acima de 1 (1,1 ou 1,15); levará muitos meses para ser sentido a deficiência no Capital de Giro, em consequência de que o Lucro Operacional dará conta de cobrir o desencaixe financeiro. Isto se confirma, quando analisamos Balancetes de empresas no longo prazo (50 meses ou mais), que ao terem uma dificuldade operacional que ocasionam uma diminuição de Lucro Operacional, vê desaparecer rapidamente o seu Capital de Giro.
      6º) Diante disto, podemos dizer que permitir um “desencaixe” de Posicionamento Relativo não quer dizer que a empresa irá falir ou necessariamente irá faltar dinheiro em caixa. Os estudiosos e autores renomados nos mostram dentro deste argumento que ocorre uma “alimentação errada” da empresa. Ou melhor dizendo, há um erro de gestão na “retroalimentação”. Não que seja determinante para o fim da empresa, mas que em um determinado momento a empresa irá sentir os seus efeitos.

      Por último, é importante salientar que temos casos práticos (com a evolução numérica dos valores mês a mês), que também mostravam uma Farmácia em boas condições financeiras em um determinado momento e que por consequência de algumas variáveis se tornou em outro momento com problemas financeiros lastimáveis. Devo dizer e deixar bem claro que não é apensa uma única causa que fez isto ocorrer, mas sim uma união de vários fatores juntos que contribuíram para que o acidente financeiro acontecesse. Entre eles, podemos detectar sempre presente, o quociente de Posicionamento Relativo.

      Algumas literaturas que falam mais do assunto:
      Revista Brasileira de Contabilidade, art. O setor público administrativo e a gestão pública, 2002, pág.91.
      FRANCO, Hilário. Análise e Interpretação de Balanços . 6 . ed. Atlas, 1996.
      IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 5. ed. São Paulo : Atlas, 1988.
      MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 5. ed . Atlas, 1986.
      MOREIRA, Heber Lavor. Curso de Análise de Balanços: Análise Financeira. Belém 2002
      PERNAMBUCO, Julio Moraes. Curso de Analises de Balanços. 2 . ed. UFES, 1991.
      REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE. Ano XXXI n.º 138, p:93. novembro/dezembro 2002.
      SILVA, José Pereira da. Analise Financeira das Empresas. 5. ed. . São Paulo :Atlas, 2001.

  8. Eu sou farmacêutico adquiri uma farmácia agora , e essa era uma das duvidas que eu tinha, na verdade eu estou fazendo compras pequenas mas a vista, mas eu ainda tenho muitas duvidas …..por exemplo, e melhor eu colocar um farmacêutico na gerencia ou uma pessoa que ja tenha experiencia na gerencia comercial, se vc puder me dar sua opinião, obrigado……

    • Paulo Cesar,
      A vantagem de Você ter uma farmacêutico gerente é que se cria uma relação custo x benefício muito favorável para sua empresa, pois, o farmacêutico para complementar o horário de responsabilidade técnica Você provavelmente terá que ter de todo jeito para atender a legislação sanitária e se este profissional atuar no gerenciamento aí fica melhor ainda. O mercado dispõe de muitos profissionais farmacêuticos com habilidades para gerenciamento e Você ainda pode investir em cursos para aprimorar a capacidade do mesmo em exercer a função.

  9. VALEU PELO VÍDEO, MUITO BOM. AFINAL NOS TEMOS UMA CARÊNCIA DE INFORMAÇÕES FINANCEIRAS E DE INDICADORES. SUAS INFORMAÇÕES SÃO VALIOSAS. OBRIGADO CADRI.

    • Fausto, é dignificante para nós a cada depoimento como este seu saber que temos contribuído para levar conteúdos que ajudam a aprimorar a gestão das farmácias e drogarias no Brasil. Sucesso amigo!

  10. Rubens Gama Ribeiro CRF-Ce 1926

    Prezado, bacana esse assunto. Tenho uma FARMACIA e minha compra é mais a prazo e minha venda é 60% a vista.

    Tá certo essa decisão de comprar a prazo??

    No aguardo,

    Rubens Gama

    • Rubens, quando Você tem um posicionamento relativo menor que 1 significa que Você aumentará o seu capital de giro com dinheiro do fornecedor. Sabendo que as vezes os descontos concedidos para se comprar com prazos menores ou a vista nem sempre são tão atrativos a ponto de justificar uma redução do seu capital de giro ou até mesmo comprometer o fluxo de caixa, podemos certamente dizer que Você está agindo da forma correta.

    • É isso Vanderloi, o controle de entrada e saída do dinheiro é a chave para o resultado. Toda empresa precisa ter uma perfeita dinâmica financeira e é isto que determinará se é melhor comprar a vista, a prazo ou mesmo vender a vista ou em que proporção no crediário.

  11. PARABENS.OTIMO AS SUAS INSTRUÇOES NO VIDEO, BEM DIDATICO MESMO. EU COMPRO SEMPRE NO PRAZO MEDIO DE 30DIAS, PORQUE MINHA MEDIA DE RECEBIMENTOS É NO PRAZO DE 30DIAS.

    • Olá, Eliane!
      Obrigado, que bom que gostou das nossas dicas. Da forma que Você está fazendo preserva o capital de giro da empresa e se mantem sempre preparada para oportunidades de investimento, mas também para situações desfavoráveis a que normalmente as empresas estão sujeitas. Um grande abraço e sucesso!

  12. boa tarde cadri gostei muito do seu video to procurando muitas informaçãoes sobre administra minhas farmacia to passando por um momento muito difisio meti os pes pelas mãos preciso de muita ajuda
    obrigado

    • Wayne,
      Queremos muito ajudá-lo e as informações que temos disponibilizado foram desenvolvidas exatamente com o intuito de levar a profissionais como Você a oportunidade de melhorar e enxergar que mesmo farmácias pequenas podem crescer e prosperar neste mercado tão competitivo.
      Wayne, temos dois cursos: presencial e online (EaD – Educação a Distância) que acredito muito que vai lhe ajudar a obter uma nova visão sobre sua empresa e o colocará novamente nos trilhos. Segue o link para que Você conheça o conteúdo: http://cursos.institutobulla.com.br/

  13. justino shiguemitsu maeda

    Sr Cadri se eu tenho um desconto a vista de 3% em relação a prazo e meu prazo médio de recebimento é de 45 dias
    vc não acha melhor comprar a vista?

    • Senhor Justino,
      Entendo que pareça incompreensível tal questão, mas respondo a ela como tenho respondido a muitos empresários, que não se trata aqui em ganhar ou não descontos para comprar a vista ou a prazo, mas preservar o capital de giro ou fluxo de caixa da empresa. Nenhum desconto justifica a “dilaceração” do capital de giro ou fluxo de caixa em função de desajustes ou desequilíbrio entre o prazo médio de recebimento do cliente ou prazo médio de pagamento ao fornecedor. Não estamos dizendo em nenhum momento que a empresa que age da forma que Você citou, obtêm prejuízo, mas que está deixando de apresentar maior lucratividade ou que está reduzindo até mesmo o seu fluxo de caixa. Leia os comentários e respostas que foram postados neste canal e verá que em muitas das respostas que emitimos justificamos os “porquês” de várias indagações aqui realizadas sobre este assunto.

  14. GOSTEI MUITO DA DICA…MAS QUANDO O DESCONTO À VISTA FOR MUITO BOM,,,,PODEMOS POR EX. COMPRAR A VISTA E RECEBER COM TRINTA DIAS?
    AO INVÉS DE PAGAR COM TRINTA DIAS, PORÉM A UM PREÇO BEM MAIOR?

    • Giovanni,
      Leia os comentários e respostas postados aqui no Ambiente Farma e Você terá resposta a esta questão. O que está em “jogo” aqui a preservação do seu capital de giro e a capacidade de preservar o seu fluxo de caixa e até mesmo aumentá-lo. Se para ganhar o desconto Você sacrifica o seu fluxo de caixa em função de ter um desajuste entre prazo de recebimento e prazo de pagamento aí poderá ser questionado esta postura. Leia em detalhe as respostas a este questionamento abaixo do vídeo. É preciso entender de fato o conceito de posicionamento relativo. Abraços e obrigado por estar aqui conosco!

  15. gostei dessa fórmula, sobre o posicionamento, consegui negociar com um fornecedor de medicamentos de referência manteve a condição de desconto, e aumentou meu prazo de 28 para 63 dias,e como vendemos muitos medicamentos pelo farmácia popular,outros convênios,parcelamento no cartão,etc que demoram mais de 30 dias para recebermos,parece que consegui ajustar meu posicionamento sem defasar muito meu capital de giro, obrigado pela ajuda

    • Ricardo,
      Muito legal seu depoimento e forma com que se adequou. Parabéns!
      A melhoria dos seus resultados nos faz acreditar que estamos no caminho certo e nos anima a produzir materiais cada vez melhores.Um grande abraço!

  16. Petherson Murillo Guimarães Oliveira

    Bom dia. Me chamo Petherson Guimarães e já fiz o curso de online do instituto bulla e participei de um modulo com o Rodrigo na pós graduação farmácia magistral do ipog. O conteúdo foi de extrema importância, revolucionou a gestão da minha farmácia, no ultimo ano crescemos 150% apos a estruturação do modelo de gestão utilizado, mas esta parte de compras e estoque ainda é uma grande questão. Não consegui estabelecer um procedimento para compras com relação ao prazo, e o principal a reposição adequada do estoque, estou tendo muitos problemas com mercadoria vencendo. Gostaria de sugerir este tema para o próximo vídeo, ou se tiver alguma dica que possa apresentar. Desde já agradeço a atenção.

    • Petherson,
      É com imensa alegria que recebemos depoimentos como este seu e saber que está crescendo e melhorando seus resultados através do Método Bulla. Agradeço imensamente o tema sugerido e pode ter certeza que faremos um vídeo relacionado. Abraços e continue conosco aqui neste canal.

  17. Duvida: e como fica quando um mês esta vendendo muito e consequentemente comprando muito e no mês seguinte chegam os vencimentos em um mês que vendendo pouco?

    • Daniel,
      Adotar o conceito de Posicionamento Relativo na farmácia conforme o vídeo demonstra tem como principal objetivo exatamente preservar o capital de giro para que em situações adversas Você tenha garantido recursos para pagamento de fornecedores e despesas da farmácia. Se a Farmácia possui Estoque projetado ideal e compatível com suas vendas e está repondo a mercadoria vendida de acordo com o histórico de venda de cada produto, ela manterá seu fluxo de caixa equilibrado e mesmo que por uma razão adversa Você tenha a redução das vendas, terá o Capital de Giro intacto e disponível para arcar com os pagamentos de fornecedores. O problema é que a maioria das farmácias não mantem capital de giro e nem tão pouco se preocupam em monitorar o nível adequado de capital de giro ou caixa mínimo necessário. Isto contraria um dos maiores preceitos de uma boa administração saudável e coloca a empresa sempre a mercê dos “ventos”, ou seja, enquanto o “vento sopra” favorável tudo vai bem, mas quando o “vento” muda de direção a empresa não dispõe do caixa mínimo necessário para honrar seus compromissos. Portanto, é preciso que o Setor Financeiro tenha sua dinâmica financeira sempre em dia com a programação das contas a pagar e contas a receber sempre monitoradas e deve constantemente recalcular o capital de giro e verificar se o mesmo encontra-se intacto.

  18. Muito bom todos seus vídeos.Gostaria de colocá-los em prática, mas isto não depende só de mim.Meu pai gerencia a drogaria, então ele compra perfumaria e “éticos” à vista e os similares e genéricos à prazo.O prazo médio dos clientes pagarem é de 35 dias, mas ele acaba pagando os fornecedores também com 30 dias.Esta opção está correta?

    • Liliam, em momento algum estamos dizendo que se o posicionamento relativo for desfavorável, que a drogaria apresentará prejuízo. Este indicador visa mostrar se Você está degradando ou não o seu capital de giro para pagar os seus fornecedores. No caso de Vossa Drogaria, se dividir o prazo médio de recebimento pelo prazo médio de pagamento o posicionamento relativo será 1,16. Este resultado aponta que o capital de giro seria degradado para pagar fornecedores, já que está pagando os mesmos, antes de receber dos seus clientes. Com isso, a drogaria precisa manter um capital de giro maior para suportar este pequeno déficit. Quando Você não dispõe de capital de giro, a não observância a esta correlação acaba prejudicando o fluxo de caixa da empresa. Portanto, esta logicamente não é a opção que o empresário prefere adotar, mas sempre a de receber dos clientes antes de pagar o fornecedor.

  19. Talles Cerizza

    Adoro os vídeos. Obrigado pelas dicas. Mas não entendo porquê, estando de posse de um capital de giro razoável e sem estar aplicado seja interessante comprar a prazo uma vez que na compras à vista podemos negociar melhor. Pode me ajudar nesta dúvida?

    • Prezado Talles, não se pode confundir o Capital de giro com por exemplo, um fluxo de caixa acumulado. O Capital de giro ou caixa mínimo necessário é quantia em dinheiro que a empresa deve manter para suportar o pagamento de fornecedores e despesas médias da empresa. Portanto, o cálculo desta quantia leva em consideração a reposição de produtos de acordo com o cálculo do CMV mensal da farmácia. A partir do momento que Você degrada o seu capital de giro, Você deixa a empresa em situação de fragilidade perante cenários negativos do mercado. Portanto se Você avaliar tecnicamente o conceito de capital de giro, verá que não se trata aqui de definir as vantagens de comprar a vista ou a prazo, mas sim de preservar e manter integro o capital de giro da empresa. Lembre-se capital de giro não é para investimento e sim para garantia do pleno funcionamento da empresa.

  20. FABIANO BORDINI

    Olá Cadri !!!
    Sou farmacêutico e tenho uma farmácia a quase 12anos aqui em Campo Novo do Parecis no Mato Grosso e durante muito tempo persegui a meta de comprar tudo à vista, pois não suportava a idéia de ver minha gaveta cheia de boletos, mas percebi que isso é uma ilusão é fazer burraco em água a gente se mata fica sem dinheiro e não vê retorno financeiro disso.

    abraço.

    • Fabiano, o que geralmente quebra as empresas é o déficit de fluxo de caixa, é a falta de crédito, portanto, buscar sempre um equilíbrio saudável entre o tempo médio que se leva para converter em dinheiro as vendas a prazo e o tempo médio que se leva para pagar os fornecedores é a ação correta que uma boa administração toma para ter resultados e manter o caixa da empresa saudável. Através desta análise é que é possível avaliar quando comprar a vista ou prazo. Valeu amigo por sua participação e feedback.

  21. Cristiano P. de Morais

    Excelente posicionamento. Principalmente em relação a relatividade na análise do giro, pois normalmente vemos ideias generalistas de mercado o que não se vive na prática.
    Parabéns e obrigado pela explanação sobre o assunto.

    • Cristiano, Você tem toda razão quando se refere as ideias generalistas que existem sobre este assunto. Quando tratamos sobre o mesmo, muitos gestores só conseguem pensar no desconto que se ganha para comprar a vista (que muitas vezes nem é tão significativo assim) ou justificam o ato de comprar a vista como forma de controlar melhor o dinheiro, pois, não possuem controle financeiro eficaz em suas farmácias. Os gestores precisam entender que o conceito deste indicador é o de promover equilíbrio na relação entre compra e venda e preservar sempre o capital de giro da empresa. Valeu pela sua participação e continue aqui conosco.

  22. Bom dia Cadri,

    Gostaria de lhe sugerir um vídeo que nos ajudaria mais ainda…

    “Pagamento de Funcionários”
    Sugiro este tema, devido a existirem vários métodos praticados no mercado, salário fixo+comissão por fora, salário fixo+comissão na carteira, somente comissão… quais seriam as mais seguras para empresa e para o funcionário, etc..
    Funcionários com experiencia a anos merecem salários melhores? etc…

    Obrigado,
    André

    • André, o formato que recomendamos é o pagamento do salário distribuído com uma parte fixa + variável (comissão). Jamais recomendamos o pagamento de comissão “por fora”. Todo o salário deve estar computado na folha de pagamento dos colaboradores, pois, isto gera segurança para as partes e evita problemas trabalhistas. A meritocracia deve prevalecer em todos os âmbitos, ou seja, ganha melhor quem produz mais, quem atinge e supera as metas estabelecidas. É muito importante que a farmácia crie mecanismos para premiar os colaboradores que atingem e superam as metas propostas, pois, a motivação para quem atua em vendas sempre está ligada a melhor remuneração. O importante é o gestor sempre medir o impacto e o peso que as comissões representam sobre a venda, pois, de nada adianta remunerar bem os colaboradores e a própria empresa não obter retorno ou resultado financeiro apropriado as metas almejadas.

    • Olá Davi. Que bom que gostou e teve oportunidade de sanar sua dúvida conosco. Esperamos colaborar e contribuir muito com todo o mercado. Este é o grande objetivo desses conteúdos. Um Grande Abraço!

  23. Boa noite?

    Gostei das suas dicas mas eu uso esse método em todas as linhas como éticos, genéricos, similares e perfumaria?Geralmente a condição dos éticos e da perfumaria é mais vantajosa financeiramente a vista, nesse caso, como aproveitar o melhor e o melhor prazo sem “bagunçar o meu capital”

    • Valderson,
      Talvez não tenhamos sido efetivamente claros. O objetivo do posicionamento relativo é garantir que o capital de giro e até mesmo o lucro da empresa não será degradado em função de desajustes nos prazos de pagamento. A maioria das empresas que passam por problemas financeiros não tem como causa dos mesmos a falta de vendas e sim liquidez de caixa, ou seja, o dinheiro sai do caixa numa velocidade maior do que o dinheiro que entra. Portanto, o que está em discussão aqui não é a vantagem financeira que se obtêm com descontos, capitalização do dinheiro (poupança, CDB, LCI ou outro tipo de aplicação), mas a correlação entre o tempo médio de recebimento do cliente e o tempo médio de pagamento ao fornecedor. Agora imagine se na maioria dos meses do ano esta correlação é desfavorável a farmácia. Se isto ocorre apenas em alguns meses é suportável, no entanto, se ocorre na maioria dos meses do ano, temos um problema. Como já dito no próprio vídeo, não estamos dizendo que comprar a prazo é mais vantajoso do que comprar a vista. Estamos afirmando que a decisão de comprar a vista ou a prazo deve ser baseada no posicionamento relativo da empresa. Se a empresa seque esta regra formará um Fluxo de Caixa Acumulado onde poderá sempre que necessário utilizar este capital para compras a vista, em maior quantidade com o objetivo de obter melhores vantagens como descontos e até mesmo outras que proporcionem a rentabilização do negócio e oportunidade de realizar promoções, elaborar tabloides ou mesmo elevar o volume de venda com ganho de rentabilidade. Espero ter esclarecido nosso posicionamento diante do assunto e agradeço imensamente a sua participação e feedback. Um Grande Abraço amigo e continue conosco neste canal.

  24. KATIA RICARDO

    23.06.16 – A PAZ PARA TODOS – Iniciando uma nova etapa profissional, realizando a gestão de uma, hoje, pequena farmácia. Mas, amanhã , creio uma Grande Rede Farma, ao assistir o seu vídeo, simples, objetivo e direto, me senti bem amparada, notadamente nesta dúvida que lancei na rede, “comprar a vista ou a prazo”, recebi uma Aula de Gestão, que iluminou vários pontos. Vou seguir, consultar e praticar as orientações. Muito Grata. Até breve.

    • Katia, que depoimento inspirador e motivador. Não há nada mais estimulante do que saber que nossos conteúdos fomentam objetivos e projetos. Obrigado Katia pelo feedback e continue nos acompanhando que em breve virão conteúdos novos. Abraços!

  25. Adriana Tupynambá

    Olá, gostei do vídeo, achei interessante e vou tentar buscar o posicionamento relativo da minha drogaria. Há 3 meses adquiri esta drogaria, sou farmacêutica e há três meses que só pago contas… preciso de ajuda.

    • Adriana, você disse que montou sua farmácia há 3 meses. Já tem experiência com gestão de empresas? O primeiro passo é fazer um curso de gestão farmacêutica. Dispomos de um curso online e também de um curso presencial. Para saber mais a respeito: http://cursos.institutobulla.com.br/ e também: http://cursopresencial.institutobulla.com.br/. Adriana, é preciso investir muito em conhecimento de gestão e aprender as técnicas de gerenciamento financeiro, gestão de compras, gestão do estoque e também como precificar os produtos. É vital também conhecer alguns aspectos da tributação dos medicamentos e perfumarias para que você saiba cobrar do seu contador uma correta contabilidade que possui especificidades em nosso setor. Enfim, é vital para que você possa prosperar conciliar a função de farmacêutica com o papel de executiva.

  26. RONAN BAHIENSE

    Cadri, boa noite

    Gostei sim do vídeo, participei do curso com o Inst. Bula na cidade de Ouro Preto, MG e quero me profissionalizar mais no ramo. Possuo uma Drogaria e estarei mais próximo de vocês.

    Deus abençoe.